
Empiricus tira Ozempic e Amazon da carteira internacional: veja os motivos
A Empiricus Research fez uma nova atualização em sua carteira internacional recomendada para abril de 2026 e decidiu retirar duas grandes posições: a Novo Nordisk (fabricante do Ozempic) e a Amazon (AMZO34).
Por que a Empiricus tirou o Ozempic da carteira?
A Novo Nordisk vem enfrentando forte pressão no mercado desde o início de 2026. O principal motivo é o aumento da concorrência no segmento de medicamentos para emagrecimento, além de resultados abaixo do esperado em alguns tratamentos ainda em desenvolvimento. Com isso, a gestora preferiu realizar lucros e realocar o capital para outras oportunidades mais atrativas.
Amazon também deixa as recomendações
A Amazon (AMZO34) foi a segunda ação retirada da carteira. Segundo a Empiricus, outras big techs apresentam teses mais interessantes no momento. A empresa tem destinado grande parte do caixa para investimentos de longo prazo, o que reduz o atrativo para investidores que buscam retornos mais imediatos.
Novas recomendações da carteira internacional
Para substituir as duas saídas, a Empiricus incluiu três novas ações:
1. Netflix (NFLX34)
A ação da Netflix caiu mais de 30% desde o final de 2025 após rumores não confirmados de aquisição da Warner Bros. Discovery. A gestora vê bom potencial de recuperação nos próximos trimestres.
2. Nvidia (NVDC34)
A Nvidia deve registrar receita superior a US$ 1 trilhão entre 2025 e 2027. A empresa continua expandindo sua liderança em inteligência artificial e infraestrutura de IA.
3. SLB (S1LB34)
A SLB, maior empresa de serviços para a indústria de petróleo do mundo, se beneficia da alta nos preços do petróleo. A Empiricus vê boas perspectivas para o setor de energia em 2026.
O que muda para o investidor brasileiro?
Todas as ações recomendadas possuem BDRs negociados na B3, o que facilita o acesso sem necessidade de abrir conta no exterior. A atualização busca melhorar a relação risco-retorno da carteira diante do atual cenário de juros elevados nos EUA e tensões geopolíticas.
Fonte: Empiricus Research / Money Times (abril de 2026)