Guerra no Líbano: conflito com Israel destrói cidades e já causa R$ 100 bilhões em prejuízos

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A vida de milhões de pessoas no Líbano virou de cabeça para baixo. A guerra contra Israel não para de piorar e já deixou um rastro de destruição que pode custar ao país mais de <b>R$ 100 bilhões</b>. Famílias inteiras foram forçadas a abandonar suas casas e bairros completos foram transformados em ruínas, enquanto a população tenta lidar com a rotina de luto e incerteza.

O ministro das Finanças libanês divulgou que os estragos causados pelos confrontos se aproximam da marca dos US$ 20 bilhões. Mais de um milhão de pessoas tiveram que sair de suas casas desde o início da escalada militar, em março, segundo o governo. A tensão é constante, com moradores vivenciando a dor da perda, como no funeral de vítimas de um ataque israelense recente no sul do Líbano.

Tensões Globais: EUA e Irã buscam saída para impasse

Enquanto uma região sofre, em outra, os Estados Unidos e o Irã seguem tentando negociar uma solução para o conflito que os envolve. O presidente Donald Trump deixou claro que quer manter o Estreito de Ormuz aberto, um caminho essencial para o transporte do petróleo de várias nações. Essa é uma preocupação que afeta diretamente o preço da gasolina nas bombas, inclusive para motoristas em Goiânia e em todo o Centro-Oeste.

Trump também reforçou a intenção de exigir que o Irã se desfaça de seu estoque de urânio enriquecido. O Paquistão tem intensificado as conversas de mediação entre Washington e Teerã, na esperança de um acordo de paz que alivie a tensão mundial.

Rússia intensifica demonstração de força nuclear em meio à guerra na Ucrânia

Do outro lado do mundo, a Rússia realizou, junto com Belarus, um dos maiores exercícios nucleares dos últimos anos. Os treinamentos incluíram testes com mísseis balísticos e hipersônicos capazes de carregar ogivas nucleares, além da movimentação de submarinos, aviões e outras forças de combate. A iniciativa liga o alerta global e aumenta o temor de um conflito ainda maior.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o objetivo do arsenal nuclear é garantir a soberania de Rússia e Belarus, mas garantiu que o uso dessas armas seria uma “medida extrema”. As manobras acontecem com o aumento da rivalidade entre Moscou e países da Otan, impulsionado pela guerra na Ucrânia, e incluíram o teste do míssil intercontinental Sarmat, conhecido como “Satanás”, capaz de carregar várias ogivas nucleares.

Incêndio atinge templo milenar no Japão, mas “Chama Eterna” é salva

No Japão, um incêndio assustou quem acompanha a história e a cultura do país. Um salão do templo budista Daishō-in, na ilha de Miyajima, em Hiroshima, foi destruído pelo fogo. O local abrigava a “Chama Eterna”, que, segundo a tradição, está acesa há mais de 1.200 anos.

Apesar dos estragos na estrutura do templo, as autoridades confirmaram que a chama sagrada não foi atingida, para o alívio dos devotos e apreciadores da história. O templo Daishō-in também tem um vínculo com o Memorial da Paz de Hiroshima, construído para homenagear as vítimas da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial.

Copa do Mundo: Seleção do Irã corre para garantir vistos nos EUA e Canadá

Fora dos campos de batalha, a seleção de futebol do Irã enfrenta sua própria corrida contra o tempo. A equipe está na Turquia tentando resolver a burocracia para conseguir disputar a Copa do Mundo de 2026. Os jogadores compareceram à Embaixada dos Estados Unidos em Ancara para entrevistas sobre os vistos de entrada para o país e também para o Canadá.

A participação do Irã no mundial chegou a ser questionada por conta do cenário de conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. A equipe jogará a fase de grupos da Copa em cidades americanas e pode seguir para o Canadá se avançar. A Fifa afirmou que trabalha com as autoridades dos países-sede para garantir que todas as seleções classificadas consigam participar do torneio, tranquilizando torcedores pelo mundo.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br