Felipe Cury, ex-secretário de Polícia Civil, é sondado por PP e PL para disputar vaga na Casa Alta em 2026.
Condenação abre vácuo no Rio
A inelegibilidade de Cláudio Castro (PL) por oito anos, decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mudou os planos da direita no Rio de Janeiro para as eleições de 2026. O ex-governador, que havia renunciado ao cargo na segunda-feira (23) para tentar uma vaga no Senado, ficou praticamente fora da disputa após ser condenado por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022.
Felipe Cury ganha força
Diante do impedimento de Castro, o delegado Felipe Cury, que deixou o comando da Polícia Civil do Rio na última sexta-feira (20), surge como uma das principais alternativas para uma das duas vagas ao Senado. O nome do ex-chefe da corporação já é analisado pelo Partido Progressista (PP) e pelo Partido Liberal (PL).
Experiência na segurança
Felipe Cury se destacou ao longo da carreira por comandar grandes operações policiais em áreas de alta complexidade, como as comunidades da Penha e do Alemão. Sua trajetória na linha de frente do combate ao crime pode se tornar um diferencial importante em um estado que historicamente sofre com altos índices de violência.
Interesse de duas legendas
Tanto o PP quanto o PL demonstram interesse em Cury para compor suas chapas. Os partidos veem no delegado um nome capaz de atrair eleitores preocupados com segurança pública e conservadores. As conversas ainda estão em fase inicial, mas ganharam impulso após a decisão do TSE que derrubou as pretensões de Castro ao Senado.
Rearranjo político no Rio
A movimentação faz parte do amplo rearranjo que a direita carioca vive para as eleições de 2026. Com a inelegibilidade de Castro confirmada por 5 votos a 2 no TSE, as siglas buscam rapidamente nomes com boa imagem e experiência para não perder terreno na disputa por uma das vagas na Casa Alta. Cury, que já aparecia em conversas para outros cargos, agora se consolida como opção viável para o Senado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br