A aguardada final masculina do US Open colocará em quadra Ben Shelton e Alexander Zverev, em um confronto que transcende a disputa pelo título. O jovem tenista americano, um dos favoritos que confirmaram sua presença na decisão, enfrentará não apenas um adversário formidável, mas também o peso de um histórico desfavorável e a missão de encerrar um prolongado jejum de 23 anos para o tênis masculino dos Estados Unidos em torneios de Grand Slam.
Para Shelton, o desafio pessoal é significativo. Este será o sexto embate entre ele e Zverev, e o americano ainda busca sua primeira vitória sobre o tenista alemão. O retrospecto negativo nos duelos anteriores adiciona uma camada de pressão e expectativa à partida decisiva, com Shelton determinado a superar a sequência desfavorável e conquistar um triunfo inédito na mais importante partida de sua carreira até o momento.
Além do obstáculo individual, Shelton, que é canhoto, carrega a responsabilidade de ser a esperança americana para quebrar um longo jejum de 23 anos sem um título masculino de Grand Slam para os Estados Unidos. Desde 2003, quando Andy Roddick venceu o US Open, nenhum outro tenista americano conseguiu erguer um troféu nas quatro principais competições do circuito. Essa marca histórica eleva o significado de sua participação na final, transformando o confronto em um palco de intensos antagonismos e a chance para derrubar tabus pessoais e históricos.
Fonte original: https://tenisbrasil.uol.com.br/freguesia-e-jejum-os-desafios-de-shelton-contra-zverev.html



