Um trágico incêndio a bordo de um navio cargueiro de bandeira liberiana resultou na morte de 25 pessoas em um porto do leste da China. A embarcação, que estava em manutenção na costa de Qingdao, contava com 42 indivíduos a bordo no momento em que as chamas irromperam, deixando um rastro de devastação e perdas.
Do total de ocupantes, 12 foram resgatados em segurança após o incidente, enquanto cinco precisaram de hospitalização para receber atendimento médico. O cargueiro, cuja identidade e carga não foram detalhadas na informação inicial, passava por procedimentos de rotina antes da tragédia.
Em outro front internacional, as relações diplomáticas entre Alemanha e Estados Unidos enfrentaram um momento de tensão. O chanceler alemão, Friedrich Merz, cancelou um agendamento telefônico com o presidente norte-americano, Donald Trump, após este último celebrar a vitória de um partido de extrema-direita nas eleições regionais da Alemanha. Este triunfo marcou a primeira vez que a legenda alcançou tal patamar desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
Embora o governo alemão não tenha confirmado que as declarações de Trump tenham sido o motivo direto do cancelamento, é sabido que Merz se opõe veementemente à interferência de nações estrangeiras nos assuntos políticos internos da Alemanha.
No cenário asiático, um tribunal de Hong Kong proferiu uma condenação contra um editor do Wall Street Journal, acusado de tentar impedir uma repórter de assumir um cargo em um sindicato de jornalistas. Contudo, a empresa controladora do jornal, Dow Jones, foi absolvida da acusação de demissão da profissional por sua atuação sindical.
A Dow Jones manifestou seu desacordo com a decisão judicial e informou que está avaliando as próximas medidas. Este caso reacende o debate sobre as restrições à liberdade de imprensa e à atuação sindical em Hong Kong, uma região que, desde a imposição da Lei de Segurança Nacional pela China em 2020, tem visto o fechamento de veículos críticos e a prisão de diversos jornalistas.
Em uma notável conquista da medicina reprodutiva, uma mulher de 54 anos deu à luz na Grécia a uma criança gerada a partir de um embrião que permaneceu congelado por mais de 22 anos. Este evento pode estabelecer um novo recorde para o período mais longo de criopreservação de um embrião que culminou em um nascimento bem-sucedido.
O embrião havia sido congelado em 2004, durante um tratamento de fertilização in vitro. A decisão da mãe de utilizá-lo veio após a trágica perda de seu único filho, de 21 anos, em um acidente de carro. A bebê nasceu saudável, com peso de três quilos e 490 gramas.
Fonte original: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-09/incendio-em-navio-deixa-25-mortos-no-china


