Washington sediou, nesta quinta-feira, um encontro crucial entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping, na Casa Branca. O segundo dia da visita oficial do líder chinês aos EUA foi marcado por pronunciamentos iniciais que delinearam as complexas agendas de comércio, segurança e cooperação tecnológica entre as duas maiores economias globais.
Após a recepção cerimonial, o presidente Trump sublinhou a relevância do Conselho de Comércio entre os países, visando reequilibrar as relações comerciais e facilitar o acesso a novos mercados para produtores agrícolas e pecuaristas norte-americanos. Ele enfatizou que o diálogo abrangeria temas urgentes como segurança, comércio, tecnologia e a governança da Inteligência Artificial, recordando a aliança histórica forjada durante a Segunda Guerra Mundial.
Por sua vez, Xi Jinping formalizou um convite a 100 mil jovens americanos para visitarem e estudarem na China nos próximos cinco anos. O líder chinês defendeu o desenvolvimento da Inteligência Artificial para o bem comum, sempre sob estrito controle humano, e propôs maior cooperação no combate ao narcotráfico, além do aumento de voos diretos entre as nações. Xi também ressaltou a imperatividade do diálogo entre as forças armadas para prevenir conflitos e assegurar a estabilidade estratégica global.
A agenda da manhã incluiu uma inspeção de Pelotão nos jardins da Casa Branca. À tarde, os dois presidentes seguiriam para uma reunião bilateral reservada, onde se esperam as principais negociações sobre questões delicadas como o conflito no Oriente Médio, tarifas comerciais e a exploração de terras raras, entre outros pontos cruciais da relação bilateral.
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