Ucrânia: Nova onda de ataques russos mata mais de 20 pessoas, incluindo crianças

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Uma nova onda de ataques russos atingiu a Ucrânia na madrugada desta terça-feira (2), deixando um rastro de morte e destruição que inclui pelo menos 22 vítimas fatais, entre elas duas crianças. Cidades importantes como Dnipro e a capital, Kiev, foram os principais alvos da ofensiva, que também feriu mais de cem pessoas e danificou gravemente a infraestrutura de energia do país.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou os bombardeios e destacou o impacto na rede elétrica, que afeta diretamente o cotidiano da população. Este é o terceiro ataque russo de grande escala contra a Ucrânia em menos de um mês, intensificando a preocupação com a segurança e a vida de milhares de civis.

Do lado russo, o governo de Moscou justificou a ofensiva como uma resposta a um ataque ucraniano. Segundo as autoridades russas, o alvo teria sido um alojamento estudantil em uma área do leste da Ucrânia sob ocupação russa. A versão, contudo, é contestada por Kiev.

Tensão no Líbano: Israel retoma ataques após acordo de cessar-fogo parcial

A situação no Oriente Médio segue volátil. Israel voltou a atacar o sul do Líbano nesta terça-feira (2), apenas um dia após anunciar um cessar-fogo parcial com o grupo Hezbollah. O acordo, mediado pelos Estados Unidos, prometia que o Exército israelense não realizaria ataques contra Beirute e seus arredores, buscando reduzir a escalada do conflito na região.

A retomada dos bombardeios, ainda que em outra área, reacende a preocupação com a estabilidade e a segurança dos moradores da fronteira, que vivem sob constante alerta com a tensão militar.

Quênia: Protestos contra centro de ebola dos EUA terminam com mortes

Longe dali, na África, duas pessoas perderam a vida em manifestações na cidade de Nanyuki, no Quênia. Os protestos foram motivados pelos planos dos Estados Unidos de instalar um centro de isolamento para casos de ebola em uma base militar local.

A medida gerou revolta entre os moradores, temerosos com a proximidade da doença. O país vizinho, a República Democrática do Congo, enfrenta um surto preocupante de ebola, que já resultou em 48 mortes e mais de 321 casos confirmados, aumentando a apreensão na região.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br